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Com recorde histórico de assinaturas, CPI da Sexualização de Crianças e Adolescentes é protocolada no Senado Federal

Requerimento do senador alcançou 70 assinaturas de apoio

O senador Jaime Bagattoli (PL) protocolou, nesta terça-feira (12), um pedido para que o Senado Federal instale uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a sexualização de crianças e adolescentes por influencers e plataformas digitais. O requerimento bateu recorde histórico de assinaturas na Casa, com 70 senadores. 

Segundo Bagattoli e a senadora Damares Alves, que também é co-autora do pedido, o assunto é urgente e tem ganhado repercussão nos principais veículos de notícias que mostram um padrão muito preocupante  e a exposição inadequada de menores. 

“É urgente que nós, enquanto senadores, atuemos para proteger a infância e garantir que as investigações e as autoridades tomem as medidas cabíveis. A gente espera, ao fim dessa CPI, garantir uma ambiente virtual mais seguro para as nossas crianças e adolescentes”, declarou o senador. 

CENÁRIO PREOCUPANTE 

No seu pedido, Bagattoli chama a atenção para os dados que mostram um risco cada vez maior para os menores na internet. Segundo dados das Nações Unidas, cerca de 300 milhões de crianças em todo o mundo já sofreram exploração sexual e abuso infantil online. 

Dentro desse número, o Brasil é o quinto país com maior número de denúncias desse tipo. Só no último ano, uma única organização recebeu quase 53 mil denúncias relacionadas a imagens de abuso e exploração de crianças na internet. 

Além de apurar influenciadores e plataformas, os senadores também querem avaliar se as atuais políticas de proteção infantil estão realmente funcionando, além de responsabilizar quem explora a inocência das crianças.

“Ao me debruçar sobre os dados, concluí que ainda há muita vergonha, medo e a questão do anonimato digital que impedem maior investigação. É um universo que muitos de nós ainda não conhecemos. Por isso, é urgente que melhoremos as políticas de proteção à infância na internet”, concluiu Bagattoli. 

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